
CNC investe na produção sustentável e interação das cooperativas
As ações previstas para 2021 visam a modernização da entidade e maior aproximação dos conselheiros e das cooperativas por meio dos comitês técnicos de Sustentabilidade, Pesquisa e Tecnologias, Estatísticas e Comunicação
Atualizado em 13/09/2024
CNC investe na produção sustentável e interação das cooperativas
As ações previstas para 2021 visam a modernização da entidade e maior aproximação dos conselheiros e das cooperativas por meio dos comitês técnicos de Sustentabilidade, Pesquisa e Tecnologias, Estatísticas e Comunicação

Por Redação em 17/05/2021
Atualizado em 13/09/2024
O Conselho Nacional do Café (CNC), por meio do Conselho Diretor, definiu as ações visando os investimentos para uma produção sustentável e maior interação das cooperativas.
As ações, previstas no planejamento estratégico do conselho, visam a modernização da entidade e maior aproximação dos conselheiros e das cooperativas por meio dos comitês técnicos de Sustentabilidade, Pesquisa e Tecnologias, Estatísticas e Comunicação.
De acordo com o portal da CNC, a Agenda da entidade no ano inclui ainda aprovação da PEC 186, que preserva os superávits do Funcafé, o orçamento do Funcafé com aprimoramentos nos levantamentos de safra e de custos de produção, a interação com certificadoras e programas de sustentabilidade e as parcerias como, por exemplo, a cartilha criada com orientações sobre prevenção ao coronavírus durante a colheita do café junto a Emater-MG.
O CNC também terá uma ação direcionada ao Sistema de Logística Reversa do Sistema de Embalagens em geral que tem o objetivo de valorizar a reciclagem por meio da destinação final das embalagens. Atualmente, o Brasil recicla apenas 3% dos materiais que são descartados. A Logística Reversa visa ajudar os cafeicultores, especialmente, as cooperativas no seu movimento de atendimento do mercado interno e, principalmente, do externo, já que utilizam tecnologias voltadas para a sustentabilidade.
O projeto teve início em 2018, em São Paulo, e posteriormente implantado em Mato Grosso do Sul e Amazonas, atende mais de 1.500 empresas em São Paulo tendo mais de 200 mil toneladas de resíduos compensados por meio dos operadores de reciclagem. A proposta da fase de expansão é abranger todo o Brasil.
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